Posted by: anatoshimi | Julho 17, 2008

Só pra constar

Ai ai … essa semana tá difícil. Queria escrever sobre os saquês do Nakasa, sobre o filme “Não por acaso” (gostei muito), sobre o restaurante Hideki (amo!) e outras coisas da última semana, mas tá difícil. Tenho que fechar o relatório de custos do trimestre e até dia 25 estou resolvendo isso.

Hoje a Nini chega, vai ficar uns dias aqui com a gente! Vivaaaaaaaaaaaaaa!

Hoje também é niver do Calixto, meu parceiro de dança. Parabéns!

Enfim, volto logo com as últimas.

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Julho 11, 2008

A Loja Mágica de Brinquedos

Aí na quinta a noite eu resolvi assistir um dvd que tá há séculos comigo: A Loja Mágica de Brinquedos(Mr. Magorium’s Wonder Emporium, 2007). A história é assim: Molly Mahoney (Natalie Portman) é a jovem e insegura gerente da loja de brinquedos do Sr. Magorium (Dustin Hoffman). Ela é a única amiga de Eric (Zach Mills), um garoto de 9 anos que tem dificuldades em fazer amigos e passa seus dias na loja. O contador Henry “Mutant” Weston (Jason Bateman) é contratado para organizar as contas da loja, já que Sr. Magorium decide passar a loja para Molly. A partir daí várias coisas acontecem.

O filme não tem muita história e é bem curto. Na verdade nem dá para falar muito aqui porque é bem simples e óbvio. A lição também é bem básica: acreditar em sim mesmo. Mesmo com a falta de conteúdo, eu gostei muito pelos efeitos visuais. É muito lindo!

Além disso, tem algumas coisas que valem a pena. O humor do Sr. Magorium, sua fascinação por cachorros-quentes e seu vocabulário. A coleção de chapéus do Eric. O bobo da corte de faz-de-conta do Mutante. A mágica da loja de brinquedos.

Acho que a simplicidade do enredo deve agradar crianças. Para mim ficou faltando algo, mas valeu.

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Julho 11, 2008

João Donato e a nova geração da MPB

Fomos juntos, eu e Calixto de casa até o Ibirapuera. Eu tinha preparado as comidas. Dois vinhos (branco e rosé), queijos gouda e estepe, patês, torradas e damasco. Comprei umas porcarias tipo amendoim, salgadinhos e biscoitos recheados. Eu tinha já tinha deixado os vinhos gelando  - Clube de Sommeliers do Pão de Açucar, produzidos pela Miolo a R$11 (promoção). Tá, não são os melhores do mundo mas enfim …
PicNic

PicNic

Chegando lá, já estava bem cheio e sentamos mais pro fundo, embaixo de uma árvore. dava pra ver só um pedacinho do palco sentados, mas a gente queria ouvir mesmo. O show marcava a comemoração de 50 anos da Bossa Nova e além de João Donato ao piano, se apresentaram Bebel Gilberto, Adriana Calcanhoto, Fernanda Takai, Roberta Sá, Marcelo Camelo e Marcelo D2.

Visão em pé

Visão em pé

Depois mudamos para o meio da galera que estava quase toda sentada. Impressionante, dava para ver o palco sem levantar. Sim estava longe, faltaram uns telões, mas estava ótimo.

Minha visão sentada, sem zoom, mais tarde ...

Minha visão sentada, sem zoom, mais tarde ...

A temperatura estava agradável, foi escurecendo e esfriando durante o show. Foi diferente! Geralmente em shows assim espera-se muito tumulto, mas não. As pessoas estavam bem tranquilas, educadas. E eram muitos jovens. A atmosfera no geral estava muito boa.

Marcelo Camelo (graças ao super zoom)

Marcelo Camelo (graças ao super zoom)

Marcelo Camelo, João Donata e Roberta Sá

Marcelo Camelo, João Donato e Roberta Sá

Bebel Gilberto, D2, Adriana Calcanhoto e Roberta Sá

Bebel Gilberto, D2, Adriana Calcanhoto e Roberta Sá

O show terminou e aos poucos a galera foi dispersando. Aí bem perto da gente, uns meninos, com zabumba e triângulo começaram a tocar uns forrózinhos. Como se a festa estivesse continuando. Isso nos fez ficar mais um tempo por lá.

Dispersão

Dispersão

Foi super divertido! Pelo menos para mim. As pessoas considerariam um programa meio mais ou menos, mas isso sempre me faz lembrar o Caio que diz “É VOCÊ quem faz a balada!”. E no fim das contas, é isso mesmo.

Depois voltamos um trecho a pé e cruzamos a 23 de maio (sem trânsito). Acho que as meninas se divertiram mais que eu, considerando o teor alcóolico. Depois de três garrafas de vinho elas ainda ficaram na cerveja. Ô, juventude! Ah, e voltamos a pé por causa da lei!!

23 de maio - faltou o trânsito!

23 de maio - faltou o trânsito!

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Julho 11, 2008

Almoço de Quarta

Feriado na quarta é esquisito, né? Não é sábado, nem domingo, e no dia seguinte é quinta! Vou confessar que meu relógio biológico ficou meio confuso!

Enfim, na terça a noite eu tinha ido com meus pais ao Nakasa sushi para começar a conhecer os lugares que trabalham com carta de saquê em São Paulo - mas sobre isso vou escrever com calma mais para frente. Depois do jantar, fui ao Athenas Café por ocasião do aniversário do Felipe. Dessa vez achei o serviço meio confuso, estava bem cheio. As meninas pediram para apontar que a área de fumantes ao fundo é fechada, o que é ruim.

Na quarta então o plano era ir ao show de João Donato e a nova geração da MPB no Ibirapuera, mas antes disso resolvemos almoçar juntos na casa da Fernanda. O que fazer? vamos ao trivial e fácil: salada, massa e filé. Não tem muito erro. Discutimos a lista de compras por telefone e fui para lá.

alfalce, tomate, cenoura e pepino

Salada: alface, tomate, cenoura e pepino

O que tem de massa aí? Penne! Molho branco ou vermelho? Branco! Então podemos colocar champignon e presunto. Nem consigo colocar a receita aqui porque foi feito daquele jeito, coloca isso, aquilo etc e pronto, acabou! Ai se o chef Robert me escuta falando em molho branco. Não é branco; é Béchamel!

Depois que aprendi a fazer roux na facul (rimou!) não uso tanto amido de milho para espessar molhos. Uma das primeiras lições da faculdade: molhos. Roux é basicamente a mistura de gordura com amido, no caso usamos a combinação mais clássica: manteiga e farinha de trigo. Ele determina a cor, o sabor e a consistência da preparação. Em fogo baixo derrete-se a manteiga (na facul usamos clarificada que aguenta temperaturas mais altas, mas isso é outro capítulo), acrescenta-se a farinha (em partes iguais) e cozinha-se. Na verdade tem que tomar cuidado para não queimar. Existe roux branco, amarelo, escuro ou negro - de acordo com o tempo de cocção. O mais comum é usar o branco e ele deve ser cozido por 6 minutos. Como os fogões de casa tem chama alta demais, acho que uns três ou quatro minutos são o suficiente.

Para fazer o béchamel acrescenta-se o roux ao leite morno com uma cebola piqué (cebola pequena descascada, folha de louro e dois ou três cravos) e cozinha-se por meia hora - eu deixo menos, até ficar no ponto que eu quero. Aqui tem um segredo gastronômico: ou se acrescenta roux quente ao líquido frio/morno ou o roux frio ao líquido quente. Nunca os dois quentes ou os dois frios. Essa é mais uma daquelas regras que a gente aprende, mas eu honestamente nunca testei pra ver se da errado mesmo. Mas por garantia eu sigo. Ah e a proporção roux-líquido é 100g de roux (50g gordura e 50g de amido) para 1litro de líquido.(mmm… fiquei na dúvida agora!)

Estando pronto, acrescenta-se sal, pimenta e noz moscada (só um tiquinho). Voilá! Nesse dia aí eu deixei mais grosso e coloquei creme de leite (de latinha - olha o chef se contorcendo de novo!) os cogumelos em conserva e o presunto e foi sem noz moscada mesmo. Ficou assim:

Molho "branco" champignon e presunto

Molho "branco" champignon e presunto

A vantagem do roux sobre o slurry (mistura de amido de milho e água) é que além de mais saboroso, o roux não deixa o sabor residual que o amido deixa. É um trabalhinho a mais que faz toda a diferença.

E a proteína? Bife de contra-filé. Sal e pimenta. Frigideira (sautese). Podia ter mais frescurites, mas foi assim mesmo.

O mais legal foi que a gente foi fazendo as coisas juntas, picando, lavando etc. Tá certo que a cozinha da Fernanda não é muito grande e bem equipada (mas tem boas facas!) mas a gente se vira assim mesmo! E depois sentamos todos juntos para comer! Acho que é isso que eu gosto na cozinha …

Depois disso, nos reencontramos no parque para o show! Foi demais!

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Julho 7, 2008

O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo

Depois de passar frio no shopping (é meio aberto lá) e ficar tonta nas rampas do estacionamento, as irmãs Caliman queriam um doce. É aquela coisa né, mulheres, doces … Talita queria comer o melhor bolo de chocolate do mundo. Ela leu ou ouviu em algum lugar que ficava na Oscar Freire. E lá fomos nós procurar o tal bolo.

É esse mesmo no nome do lugar O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo (Rua Oscar Freire, 125 - Jardins - entre a Peixoto Gomide e a Casa Branca - tel: (11) 3061-2172). É uma doceria bem pequena, para umas 20 pessoas sentadas. Vende duas versões do bolo: o tradicional mais doce com 58% de cacau e o meio-amargo com 75% (ambas a R$7,50 - fatia). Eles usam a marca francesa Valrhona.

A história é a seguinte: Em 1987, Carlos Braz Lopes abriu um restaurante em Lisboa tendo este bolo como uma das sobremesas. Devido ao grande sucesso da sobremesa, em 2002 ele abriu uma loja só para comercializar a sobremesa. Em 2007, abriu a filial em São Paulo.

Bem, para mim não é bem um bolo, é mais uma torta. Acho que chama de bolo porque veio de Portugal. Uma das definições, segundo o Houaiss é a seguinte “Rubrica: culinária. Regionalismo: Portugal. qualquer um de diversos alimentos salgados feito com ou sem massa de farinha, acrescido de outros ingredientes e temperos, ger. de formato arredondado, e que se assam em forno ou fritam“. Bastante genérico, não? Se eu não me engano, em Portugal usam a palavra pastel para o que a gente chamaria de torta. Enfim, questões de regionalismo da língua. Alguém se habilita a explicar?

Na aula de confeitaria fizemos o Gâteau Concorde, que é uma versão mais megalomaníaca do bolo em questão - em francês, gateau também é bem genérico e abrange bases com ou sem farinha, rocambole, massas folhadas, pâte au choux etc. Esse gâteau foi criado por Gaston Lenôtre, um renomado confeiteiro francês. Nessa receita, intercalamos discos de merengue de chocolate com mousse de chocolate, depois cobre-se tudo com mousse e com pedacinhos do mesmo merengue. É beeeeem doce. Essa foi a melhor foto que achei - faltei no dia da montagem.

http://www.flickr.com/photos/c-j-b/449621070/)

Gâteau Concorde (fonte: http://www.flickr.com/photos/c-j-b/449621070/)

O melhor bolo de chocolate do mundo não leva nem farinha, nem fermento. Basicamente é uma massa de merengue (suspiro) de chocolate recheada com mousse de chocolate e coberta com ganache de chocolate. As meninas pediram a versão tradicional, mais doce. Eu provavelmente optaria pela de meio-amargo. É bem gostoso. Segundo relatos o finzinho, ou seja, a borda, é melhor porque é a parte mais crocante.

O melhor bolo de chocolate do mundo

O melhor bolo de chocolate do mundo

O negócio é bem focado porque além do bolo, só se pode pedir um sanduíche (R$12,00). Para beber água e expresso (R$3,00), refrigerante (R$3,50), capuccino (R$7,00), cálice de vinho do porto (R$7,00). Como estava frio, fui de chá (infusão-R$6,00), pois não sou de café. Eles têm um blend (composto por hortelã marroquina, frutas cítricas e capim limão) criado exclusivamente para a casa pela Loja do Chá. Muito bom!

A loja ainda tem como mimos de inverno além do aquecedor, umas mantas que ficam à disposição dos clientes. O staff é atencioso e rápido. A rapidez talvez deva-se a quantidade de funcionários disponíveis. Eram 6 para servir cerca de 20 pessoas. Tem valet a R$8,00, mas aquele trecho da Oscar Freire é tranquilo, dependedo do horário dá para parar na rua. A loja ainda aceita encomendas da torta inteira.  Vale a visita, voltarei num dia mais perto da tpm (hihi).

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Julho 5, 2008

Gardênia Restô

Elas chegaram, meio tarde é verdade, dez para as três. Sorte que de sábado os restaurantes geralmente ficam abertos direto. Destino: Gardênia Restô (antigo Café Gardênia - Praça do Omaguás, 110 - Pinheiros). Meus pais já tinham falado bem, mas depois do jantar com degustação de cachaça, fiquei mais curiosa para conhecer o trabalho de Marina Moraes. Fica na mesma praça da Fnac de Pinheiros, um pouquinho antes. O acesso é fácil, só localizar o toldo verde. Tem manobrista a R$8,00, nós paramos no estacionamento da Fnac que estava mais rápido (2 horas R$4,00 e 3 horas R$6,00) mas ele fecha às dez da noite.

Ambiente é muito agradável, amplo, informal e aconchegante. Em algumas mesas pode se sentar em sofás ou poltronas. A decoração das mesas é simples com flores frescas dentro de pequenas garrafas e e jogo americano de papel branco liso, assim como o guardanapo. Algumas meninas disseram que podia ser mais elaborado, mas eu pessoalmente gosto da simplicidade, o que tem que chamar atenção é o prato; além disso, as mesas de madeira são muitro bonitas, não precisa de mais nada cobrindo. Para Talita o clima e ambiente tem tudo a ver com almoços de sábados e domingos. Tem uma varanda com vista para a praça.  Nas paredes, lindas fotos. O bar é grande com destaque para a iluminação ( Talita disse para eu usar essa idéia no meu!).

Flores da mesa, bar ao fundo

Quadros, lustre e espelho

Quadros, lustre e espelho

Fomos recebidas pela hostess Roseli, muito atenciosa. Sentamos no bar, pedimos refris, e para enganar, pedimos um dos acompanhamentos do cardápio: Batatas Gardênia (R$8,00 - batatas crocantes com alecrim). Quase não consigo tirar a foto por causa da fome das meninas. As batatas já não estavam tão crocantes, mas estavam boas. Mmmmm, lembrei agora da batata frita com alecrim e alho da Lanchonete da Cidade.

Batatas Gardênia

A previsão de 30 minutos dada por Roseli estava correta e em meia hora sentamos. Ela, muito eficiente, já tinha tirado nossos pedidos enquanto aguardávamos, então ao sentar só pedimos o couvert ( R$6,00 - ciabatta, grissini, foccacia, torradas, manteiga, confit de alho e queijo de cabra com pimenta rosa).

Couvert

Couvert

O staff, no geral, é jovem, atencioso, eficiente e discreto. Acho que em algum momento minha câmera começou a incomodar. A pessoas estranham um ser que fica fotografando tudo. Mas incômodo maior foi o caderninho. I can’t help it! Tinha que anotar. Old-school: papel e caneta! Como será que o Kats lida com isso?

O menu é bem variado, com diversas influências e dá vontade de provar de tudo; podiam montar um menu degustação! A especialidade é cordeiro e são vários pratos (confiram o cardápio no site).

Eu e Vitorinha dividimos a paleta de cordeiro (R$51,00) , um destaque da casa. Diz o cardápio que serve duas pessoas, mas acho que dá para três se pedir dois acompanhamentos. Bom, três mulheres, vai - conhecendo meus amigos… A paleta vem inteira e é desossada na mesa. Nesse prato os acompanhamentos são a parte e são várias opções. Pedimos a batata gratinada com gruyére (R$10,00) - receita bem clássica. Mas depois nos arrependemos, porque eu prefiria ter pedido a polenta e ela, a farofa. De qualquer forma, a porção é muito bem servida, o tempero na medida e a carne estava derretendo. Ah, acompanha um molho muito saboroso. Gostei muito e nem sou do time das carnes (em geral).

Paleta de Cordeiro

Paleta de Cordeiro

Batata gratinada com Gruyére

Batata gratinada com Gruyére

O prato

O prato

Talita pediu o camarão a provençal com risoto de coco e chutney de manga (R$36,00). Ela gostou muito, que bom porque eu que falei que combinava e não tinha erro. Já Aretha, irmã da Talita, depois de muita dúvida, pediu o hamburguer de alcatra com batata chips e salada verde (R$17,80) - bem frugal. Eu ainda acho que ela deveria ter escolhido o penne vegetariano - mas eu que não gosto muito de hamburguer.

Camarão a provençal, risoto de coco e chutney de manga

Camarão a provençal, risoto de coco e chutney de manga

Hamburguer de alcatra, batatas chips e salada verde

Hamburguer de alcatra, batatas chips e salada verde

Então, estavam todas mais do que satisfeitas, mas pelo bem do blog pedimos uma sobremesa. O hit da casa é o cheesecake de Nutella com sorvete (R$14,00), mas pedimos o pudim de pão da Vó Carmen com sorvete de canela (R$8,00). Gosto de coisas simples e tradicionais. Estava muito bom! Eu pediria também o trio de creme brulée, seguindo a linha do simples e tradicional (é Talita, é mingau sim, mas tem nome francês e crosta de açúcar em cima … très chic!)

Pudim de pão da Vó Carmen

Pudim de pão da Vó Carmen

Ficou em R$47,50 para cada. Isso porque ficamos nos refris (R$2,90) e pediram um café (R$2,90). Acho que pedindo entrada e vinho, fica entre R$60,00 e R$80,00.

Ótimo programa!

Depois a Talita, que estava dirigindo, nos convocou a um passeio no Shopping Cidade Jardim. Nem vou escrever nada aqui, essa eu passo. Talitinha, se quiser, fica a vontade e posta um cometário aí.

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Julho 5, 2008

Veloso

E minha primeira semana de férias da faculdade segue. Desde terça tenho as noite livres e não sei bem o que fazer com elas. Terça e quarta eu basicamente dormi cedo (aula de pilates inclusa). Aí quinta, um Happy Hour super merecido que há meses não vejo a cor. As meninas foram convocadas, mas sabe como é, administradoras bem sucedidas com grandes carreiras em bancos e multinacionais não têm muito tempo. Conseguimos, eu e Vitória Maria, tirar Talitinha (a.ka. Talifônica) do escritório. Que os chefes dela não vejam isso, mas no meio da crise da pane/apagão da rede (que aliás afetou aqui também), nós a levamos para o baRRRR. Não foi tão cedo assim, já passava das sete.

Escolhemos o bar Veloso (Rua Conceição Veloso, 56 - Vila Mariana), aquele que fica perto da caixa d’agua. Fica em uma travessa da Vergueiro sentido Paulista e dá pra virar a direita direto nela. Se tiver vindo no outro sentido, depois da Joaquim Távora, fique à esquerda e pegue o retorno lá e pegue a Vergueiro, mas a marginal que é mais tranquila, aí tá em casa!

O bar é bem pequeno mas super aconchegante, bem boteco. É conhecido pela coxinha, dizem ser a melhor de São Paulo, mas tem também uma certa competição com a do Frangó. Não sei bem, precisaria colocá-las lado a lado para avaliar melhor. As duas são muito boas. No Veloso, a porção com seis (R$12,60) tem no recheio catupiry e é bem cremoso, assim como a massa. Ah, isso me dá uma saudades da Haydée. A coxinha dela salvou meu estômago em várias madrugadas depois da aula. Saudades do bar da Haydée, do pessoal, das conversas, das fotos na parede, até da “trepada” (não acredito que escrevi isso! quem conhece, sabe) que eu não era muito fã não, só nas emergências emergenciais; e a pizza de quadradinho do chokito’s (era assim que escrevia??). Saudaaades Haydée! Espero que esteja tudo bem!

Coxinhas

Voltando, o bar também é conhecido pelo seu barman e as respectivas caipirinhas. Souza está lá desde 2005 e recebeu três prêmios consecutivos da Veja São Paulo de Barman do Ano. As caipirinhas têm sabores diferentes como jabuticaba, frutas vermelhas, frutas amarelas, limão com gengibre, carambola com manjericão e podem ser feitas com cachaça, vodka, rum ou saquê. Dessa vez ninguém tomou caipirinha (R$esqueci!), ficamos mesmo no chope (R$3,70) e no guaraná zero.

Sete da noite, Vitorinha já havia chegado e conseguido uma mesa. Lá tem que chegar cedo porque é pequeno e fica cheio, mas sempre dá pra esperar no bar. O atendimento é muito bom. São todos eficientes e simpáticos. Ela já tinha pedido um Léo (R$8,50 - pão francês, rosbife, queijo prato, cebola, molho inglês e mostarda Dijon), sanduíche de boteco, que vem em quadradinhos e com palitos. Pedimos também além das coxinhas, uma porção de bolinhos de camarão com catupiry (R$15,00 - porção com seis), muito bons também; e um empadinha de palmito (R$3,20), essa não tão boa.

Bolinhos de Camarão

Empadinhade palmito

De sobremesa pedimos um porção de mini-churros com doce de leite (R$6,00). Deliciosos! Achei o doce de leite meio doce demais, mas a massa dos churros estava demais!

Mini-churros com doce de leite

Noite super agradável (tirando o trânsito pra chegar lá!), muita conversas e discussões de planos A, B, C, D e E! Ficou em R$29,50 para cada. Adorei! Vamos repetir chiquititas!

Recomendado!

Agora estou aqui as esperando terminar as compritchas para irmos ao Gardênia, tô com fome e elas estão demorando!

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Julho 5, 2008

Kung Fu Panda

Depois de uma semana inteirinha de trabalho, sem aulas à noite, nada como um cineminha para distrair. Bom, Vitorinha sempre exigente nesses casos queria ver “A Outra”, mas este filme não está mais em muitas salas e os horários estavam inviáveis.

No Santa Cruz, lotado (essas crianças não viajam não??), decidimos por Kung Fu Panda (Kung Fu Panda, 2008). Eu já tinha lido umas críticas que falavam bem, e uma animação era o que precisávamos. Ah, versão legendada, é claro.

Primeiro, o desenho é assim: Po (Jack Black) é um panda, ele sonha em lutar kung fu, mas seu pai Mr. Ping (James Hong), um ganso (?! ou algo assim), quer que ele assuma o negócio da família, uma barraca de lamen ( noodles, não sei bem como traduzir isso, mas não é macarrão simplesmente). Os ídolos dele são Os Cinco Furiosos: Tigresa (Angelina Jolie), Garça (David Cross), Víbora (Lucy Liu), Macaco (Jackie Chan) e Louva-deus (Seth Rogen). Basicamente ele é o escolhido para trazer paz de volta ao Vale da Paz após Tai Lung (Ian McShane), um tigre do mal, escapar da prisão. Quem terá a missão de treiná-lo será o mestre Shifu (Dustin Hoffman).  Claro que tem uma série de outros detalhes, mas não cabe aqui.

Eu adorei, superou a expectativa. Primeiro que o filme tem várias referências de filmes de artes marciais como “O Tigre e o Dragão”, ”Herói” e “Karatê Kid”; além dos filmes do Jackie Chan, mas isso não vale porque parece que ele supervisionou a equipe de animadores. Tem seqüências de lutas muito criativas e divertidas, não fica aquela coisa de bate de um lado, apanha do outro até cansar. Tem um humor que agrada a todos, aquelas caretas e pancadas que crianças acham graça (inclusive a criança aqui) e umas sacadas mais adultas, como na cena da acupuntura. Mesmo as piadas meio antigas e repetitivas são bem graciosas. Ah, destaque para as caras do panda, em todos os momentos!

A trama é bem previsível, mas do jeito que é contada, com uns detalhes surpreendentes e com sequências de piadas, caras, bocas e acidentes (”there are no accidents”) torna tudo muito divertido e gracioso. Além disso tem a mensagem básica de não julgar as pessoas pela aparência e ditados muito clássicos. Todos riram muito, até de uma risada estridente num momento bem silencioso do filme (extra).

Super recomendo, vale para sentar, rir e esquecer dos problemas. Ah, dois trailers (já falei que adoro? bem não todos, tem que ser bem feito, contando sem contar)  de filmes que prometem: Madagascar 2 e A Ilha da Imaginação (Nim’s Island).

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Junho 25, 2008

Degustação de Cachaça

Aí depois de trabalhar o dia todo no evento na faculdade a gente descansou uma horinha e foi assistir a palestra sobre cachaça na faculdade mesmo. O palestrante foi o Vicente Ribeiro, mestre cachaceiro da Fulô, na Fazenda Soledade no Rio de Janeiro. Na palestra também degustamos ( eu mais ou menos) as cachaças Premium Nega Fulô, Fulô Jequitibá e Fulô Pau-Brasil. Vejam o que escreveu Josimar Melo em seu blog sobre essa linha.

No fim da palestra sortearam dois alunos com acompanhante para participarem de um jantar com harmonização dessas cachaças na noite seguinte. Eu que nunca ganho nada fui a sortuda! Logo eu que não bebo. Claro que por interesses acadêmicos, eu fui! Fomos na verdade, eu e Jú Bombom.

Na noite de quarta (18/06) fomos então para o campus da Vila Olímpia. O jantar foi preparado por dois ex-alunos na faculdade que este ano foram indicados a chef revelação pela Prazeres da Mesa: Marina Moraes ( Gardênia Restô e Casa Europa) e Rodrigo Oliveira ( Mocotó ) , que venceu o prêmio. Entrada e primeiro prato foram preparados por Rodrigo e o segundo prato e a sobremesa por Marina.

As cachaças Fulô Pau-Brasil, Fulô Jequitibá e Nega Fulô


Couvert: Mini pães de azeitona, torresco e ricota e manteiga com pimenta


Entrada: Salada de feijão verde com queijo de cabra e castanha de caju


Primeiro prato: Galinha guisada com xerêm cremoso


Segundo prato: Cupim assado e caneloni de batata e pupunha


Sobremesa: Rabanada com sorvete de café e calda de chocolate com especiarias

Bom, eu que sou super fraca não dei conta de toda a cachaça como se pode notar na foto da sobremesa que as taças ainda estão praticamente no nível inicial. Mas foi bem interessante ir tentando harmonizar cada cachaça ao prato servido. Eu ainda preciso de muito treinamento tanto de olfato como gustativo.

 

A Fulô Pau-Brasil tem um amargor e um sabor residual mais marcantes, as outras duas são mais suaves. Agora eu não estou lembrando qual eu achei mais cheirosa, acho que a Nega Fulô mesmo que tem um aroma bem adocicado. Ainda tenho muito pra aprender!

 

Quanto aos pratos, o que eu mais gostei foi o xerêm. Oh trem bão! Eu sou meio suspeita já que sou pró polenta e angus em geral, mas estava delicioso! O caneloni de batatas e pupunha também estava muito bom mesmo, super delicado e ficou bem harmônico com o cupim. Gostei muito da sobremesa também, sem bem que não me pareceu nada com rabanada, mas isso era o que estava escrito no cardápio. Parecia mais um bolo bem macio e molhado. A salada eu não gostei muito não, mas acho que por causa do coentro que eu não sou muito fã.

 

Meus pais já tinham falado do Gardênia que é bem perto de casa, eles adoraram. Agora vou me programar pra ir nos restaurantes e quem sabe depois escrevo aqui!

Agradeço à oportunidade à Susana Jhun do Curso de Tecnologia em Bebidas e à Rosa Moraes, diretora da Escola de Turismo e Hospitalidade. Adoramos, né Jú?!

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Junho 25, 2008

Almoço para Reitoria

Aí na terça-feira (17/06) eu pedi para faltar no trabalho para participar de um evento na faculdade. Participar não, fazer! Era uma almoço para a reitora da universidade que seria no nosso campus. O chef que organizou foi o Daniel Frenda. Ele marcou para começarmos a trabalhar às 8:00 e o serviço seria entre 12:30 e 13:00.

Bom, lá estava eu às 8:00 pronta - na verdade acordei às 5:00 porque o celular da minha mãe a caminho do aeroporto ficou ligando pra mim muitas vezes. A equipe de alunos foi composta por mais seis: Ju, Igor, Raphael, Guga, Érica e Raquel. O chef dividiu as funções por prato e lá fomos nós. Eu fiquei com a entrada: sopa creme de abóbora com quenelles de ricota.

Primeiro trabalho, fazer o fundo. Aula de habilidades básicas. Cenoura, alho poró e cenoura picados grosseiramente, mais carcaça de um frango, sachê com aromáticos (louro, pimenta em grãos, salsinha etc) água e fogo. Deixa lá e vai descascar a abóbora. Uma inteirinha. Depois pica. Aí coa o fundo e cozinha a abóborá nele. Eu queria ter tirado várias fotos de várias etapas de todos os pratos, mas era muito trabalho, não deu tempo. Depois de cozidas, adicionar às abóboras temperos e um pouco de suco de laranja.

Fundo ao fundo e as duas panelas de mandioquinha da Ju.


Eu descasquei uma abóbora inteira e depois piquei em cubos …

 

O cardápio era os seguinte (as fotos dos pratos são do chef Daniel):

Entrada: Sopa Creme de Abóbora com Quenelles de Ricota, Azeite Trufado e Pistache (a foto está com problemas)

Primeiro Prato: Camarões ao urucum com purê de mandioquinha e leite de coco, camarões empanados com bisque

Segundo prato: Carré de cordeiro recheado com figos secos, legumes à provençal e bolinhos de berinjela

Sobremesa: foram as chefs de confeitaria que prepararam. Não sei os nomes, tinha uma salada de frutas aromatizada, um tipo eclair/rosquinha com recheio que parecia de amarula e um mosse de chocolate com um praliné em cima.

Teve também os pães que o chef Shimura fez para o couvert e vários bombons que acompanharam o café.

Claro que o serviço atrasou, começou quase duas horas. Metade da equipe ficou na cozinha embaixo finalizando e outra metade ficou em cima aquecendo. Aí sempre antes de servir algum prato eu ligava pro pessoal de cima aquecer e descer com as preparações pra gente finalizar e montar os pratos.

Eu adorei! Valeu galera! Me diverti muito e nem vi o tempo passar. Claro que era um evento para 14 pessoas então nem foi pesado considerando que éramos sete alunos mais o chef. Foi bem tranquilo. Agora tenho que fazer relatório para contar as atividades complementares da faculdade.

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Junho 25, 2008

Robataria

Mas voltando ao sábado depois da exposição, fui encontrar Vitória, Maria, Maya, Henri, Ken, André e Mikinha na Robataria (Rua Dom Antônio Galvão, 280 - Vila Gumercindo - Esquina da Luis Góes com a Ricardo Jafet). Na verdade eles chamam de yakitori. Bom, faz sentido porque o forte da casa são os espetinhos grelhados vários tipo e os preços variam entre R$2,70 e R$3,80, dependendo do sabor. Tem tradicionais de frango, picanha, coração e os de legumes, cogumelos, legumes e cogumelos envolvidos com bacon, batata etc. Eles são servidos com molho teriyaki (a base de shoyu, saquê e açúcar).

Além disso a casa serve diversos petiscos, entre eles ceviche (de salmão, já comi melhores, não é o forte), ostras frescas, tepans e mexilhões no vapor. São diversos os suhis também: hossomaki, uramaki, temaki, além de sashimi e combinados. Geralmente só comemos temakis, não vamos lá pelo sushi.

O que sempre pedimos, que é bem japonês, são os onigiris, bolinhos de arroz, moldados a mão (existem umas forminhas também) que podem ou não ser recheados e acompanhar algas. No caso do bar, os onigiris são recheado de salmão, porco, okaka, umê ou simples, e todos são acompanhados por um pedaço de alga (R$2,30). São muito bons para acompanhar, mas com meu gen “J” adoro mesmo puro!!!

Serve saquê (nunca sei como escrever, e olha que já escrevi um trabalho sobre isso - no Houaiss tem saqué e saquê, mas eu acostumei com saké, enfim) nacional e Ozeki, assim como as respectivas saquerinhas(de R$11,00 a R$14,00). Tem cerveja de garrafa (R$ 5,50) e cachaças.

O lugar é bem informal, mesinhas de madeira, salão interno e varanda. É pequeno também, devem sentar umas 40 pessoas. Eu diria que, numa avaliação visual, 80% dos frequentadores são nikkeis de diversas gerações. Deve ser pela comida tradicional e pela proximidade com a Vila Mariana. O serviço é razoável, na verdade, inconstante e os preços são justos. Dois probleminhas: só aceitam um cartão de débito (visa electron) e não tem estacionamento próximo. Dá pra parar na rua ou no posto que fica na frente.

Nós sempre vamos lá, pra comer e tomar cerveja sem muita frescura no fim de tarde. Se é isso que você procura, tá recomendado!

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Junho 18, 2008

Sex and The City

Depois de comer (vou falar do restaurante a seguir, porque os pedidos pra falar do filme são mais insistentes) fomos para o Santa Cruz pegar a sessão da meia-noite de Sex and The City (Sex and The City, 2008). Não estava esperando muito, na verdade eu acompanhei a série mas não era super fanática, nem vi temporadas inteiras, acompanhava por cima, mas assisti o último cápitulo e sempre torci para elas serem felizes para sempre.

O filme é assim: passaram-se alguns anos, Carrie (Sarah Jessica Parker) está com Mr. Big (Chris Noth), agora chamado de John, e eles são muito felizes, Charlotte (Kristin Davis) continua casada e sua filhinha chinesa Lily cresceu, Miranda (Cyntia Nixon) mora no Brooklin com Steve (David Eigenberg) e seu filho Brady que também está crescidinho e Samantha (Kim Cattrall) mudou para Los Angeles com Smith (Jason Lewis) e tornou-se sua agente.

Claro que a evolução dos relacionamentos leva a alguns conflitos. Não vou dar detalhes mas basicamente há um casamento, uma gravidez, uma traição, uma viagem, muitas lágrimas, uma situação embaraçosa, algum sexo, alguns desentendimentos, alguns rompimentos. O centro da história são os conflitos de Carrie mas as outras também tem algum destaque.

Gostei muito dos desfechos, mostra muito como as coisas são, que nada é perfeito e não tem conto de fadas. Final feliz depende de esforço mútuo.Algumas coisas não se explicam racionalmente, só se sentem. No fim das contas tem que se ser fiel a si mesmo, a suas vontades, mas sem passar por cima dos outros. As pessoas são felizes de formas diferentes. Dá pra resolver as coisas conversando. O tempo realmente cura algumas mágoas.

Eu posso não me identificar ainda com a maioria dos conflitos do filme, mas a questão da amizade das meninas faz muito sentido pra mim. Dizem que não existe amizade verdadeira entre mulheres. Eu sempre discordo. Não é uma regra ou uma constante. Existe de tudo. Você tem que ter a sorte de encontrar pessoas especiais. As amizades são um pouco como os casamentos. Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando e respeitando blá blá blá … mas é assim. No filme, os momentos bons e ruins, as compras, as festas, as crises, as alegrias, o tempo, tudo é compartilhado, vivido e sentido junto. Até conflito entre amigas ocorre. Não é perfeito. Eu tenho amigas assim, e valorizo demais. Les quiero mucho a todas!

Ai, estou desviando do assunto! Enfim, amei o filme! Superou expectativas. Ah, faltou falar das roupas. Os figurinos são muito bons! E a sessão de fotos que Carrie faz é muito linda. Eu gostei da trilha também, vou dar uma pesquisada. E faltou destacar também a assitente que Carrie contrata para ajudá-la a organizar a vida: Louise de Saint Louis (ótima Jennifer Hudson).

Vale muito a pena, é filme de mulherzinha, mas madura e independente! Super recomendado!

Pronto, Nini, acabou!

Posted by: anatoshimi | Junho 15, 2008

Shunkun

Aí ontem, sábado, eu fui prestigiar a abertura da Primeira Exposição Comemorativa da Escola Shunkun Artes e Cursos. A exposição foi montada em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa e ao 7º ano de existência da escola. Porque eu fui? Meu irmãozinho querido - formado em Desenho Industrial - freqüenta a escola há algum tempo e dois de seus quadros seriam expostos. 

A escola é dos professores Kaoru e Tereza Ito. A professora Tereza foi minha professora de japonês no colégio Kosmos ( o qual freqüentei dos dois aos dez anos) e eu pretendo retomar as aulas com ela em breve. O Sr. Ito é o professor do Vitor. Ele é japonês e ensina técnica de pinturas e desenhos japoneses. Ele é bastante reconhecido, já teve trabalhos premiados e faz desenho comercial também de logo a peças de automóvel. O trabalho dele é muito lindo! Na abertura ele ressaltou a importância e a pressa de passar suas técnicas e conhecimentos para os mais jovens e demonstrou seu entusiasmo em disseminar a arte.

Um dos quadros do Sr. Ito

Meu irmão, bom, ele não estava, viajou nesse fim de semana  - mas prometeu ajudar na exposição semana que vem. Eu e meus pais fomos representá-lo. A abertura foi pequena mas bem prestigiada. Os próprios alunos ajudaram a servir bebidas e comidas (sushi, guiosa e salgadinhos) e todos estavam muito felizes.

 

 

 Vou colocar os quadros do Vitor bem pequenos aqui para proteger a arte do artista. Esses são os expostos.

 

A exposição está na própria escola. O espaço é pequeno mas está muito bonito. A exposição acontecerá de 15 a 29 de junho das 10h às 17h na Rua Mourato Coelho, 520 - Pinheiros (entre a Teodoro Sampaio e a Cardeal Arcoverde). Vale a pena conferir. É grátis!!!

 Desejo toda sorte aos professores Ito e Tereza e seus alunos!

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Junho 13, 2008

I’m Back!

Nini! Vortei!!!

Quero agradecer do fundo do meu coração aos meninos informáticos aqui do hospital! Principalmente André por ouvir minhas súplicas (e atendê-las) e Renato por desbloquear aqui!!! Wiiiiiiiiiii!

Óbvio que perdi a oportunidade de escrever várias coisas, mas tudo bem, a gente retoma daqui … Tudo porque a rotininha trabalho e estudo drena minhas energias e no fim-de-semana não sobra nem um pouquinho para escrever … agora posso voltar a fazê-lo aqui do trabalho (sem, claro, atrapalhar a produtividade - sou toda responsabilidade!!). Preciso ainda descobrir como melhorar meus posts com links e tal … ainda sou muito pré-mirim!

Claro que vi muito filmes, fui para vários lugares e viajei … mas não vai dar pra postar tudo aqui … talvez a viagem pra Buzios e o super albergue da Clarisse mereça um post. Foram algumas idas ao Rio, teve o show do Zezé no rodeio de Jaguariúna (com direito a pulo de cerca e reencontros com Bruno e Pedro do colégio), teve a festa de 11 anos da Urbana (vou ver se coloco umas fotos aqui), teve a despedida de solteira da Ju (fotos censuradas!), teve o casamento da Ju (muitas fotos! festa linda, noiva mais ainda!), teve a visita dos nossos gringos queridos Daniel e James com ida ao Traço de União , festinha na casa nova, chopp no Genial, espetinho no assim assado e outros programas turísticos, teve várias noites de dvd com as japinhas com risotto, vinho e cookies, duas visitas da Rívia, teve o niver do Fê Mineiro Lobo naquele lugar que só abre de quinta e eu não lembro o nome, fomos assistir West Side Story (meio esquisito!), teve a reabertura do O’Malleys (que eu ainda não fui), teve a virada cultural com passadinha na Starbucks, teve a viagem pra Bragança com uma chegadinha em Socorro, teve o show no Villa Lobos com Macy Gray e Herbie Hancock com queijo, vinho e chuva, teve o niver da minha vó - 83 anos - com super feijoada em Cajuru - tudo isso não necessariamente nesta ordem.

As aulas continuam, vários módulos: padaria, enologia, harmonização, eventos, etiqueta, café-da-manhã, cozinha ibérica e agora confeitaria - último do semestre!!! Já cansei de todo o açúcar!

Foram três entrevistas de emprego (ou quase!). Com Fernando Andrade, diretor de cinema (de quem já sou fã), para uma vaga como trainee de produção executiva, com Georges e Juan do Azucar, pessoas super interessantes e divertidas, e no Noah Gastronomia.

No mais, continuo aqui, trabalhando, aguardando julho pra ter umas folguinhas de noite (e talvez dança de salão com Calixto, mas ainda não acreditei muito nessa história) e agosto pra viajar pra San Francisco (uhúúúúú!!).

Acho que é isso. Segunda estou de volta!

Pronto, acabou!

Posted by: anatoshimi | Maio 11, 2008

Catching up!

Tô em dívida por aqui … a Ninininha que é a única que lê so far me cobra, mas acontece que o meninos da informática bloquearam o site lá no trabalho e eu não tenho tempo pra entrar daqui de casa. Vou ver o que faço pra ajustar a situação.

Enquanto isso, as coisas estão bem indefinidas. Posso dizer que na facul a aula que mais gostei foi enologia, e não por causa do alcool, mas por toda a complexidade que os vinhos podem apresentar. Aliás, descobri que meu nariz precisa de muito treinamento.

Agora estamos no módulo de café-da-manhã, muitas guloiseimas! mmmm…

Acho que é isso.

Pronto, acabou!

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