Publicado por: anatoshimi | Junho 25, 2008

Almoço para Reitoria

Aí na terça-feira (17/06) eu pedi para faltar no trabalho para participar de um evento na faculdade. Participar não, fazer! Era uma almoço para a reitora da universidade que seria no nosso campus. O chef que organizou foi o Daniel Frenda. Ele marcou para começarmos a trabalhar às 8:00 e o serviço seria entre 12:30 e 13:00.

Bom, lá estava eu às 8:00 pronta – na verdade acordei às 5:00 porque o celular da minha mãe a caminho do aeroporto ficou ligando pra mim muitas vezes. A equipe de alunos foi composta por mais seis: Ju, Igor, Raphael, Guga, Érica e Raquel. O chef dividiu as funções por prato e lá fomos nós. Eu fiquei com a entrada: sopa creme de abóbora com quenelles de ricota.

Primeiro trabalho, fazer o fundo. Aula de habilidades básicas. Cenoura, alho poró e cenoura picados grosseiramente, mais carcaça de um frango, sachê com aromáticos (louro, pimenta em grãos, salsinha etc) água e fogo. Deixa lá e vai descascar a abóbora. Uma inteirinha. Depois pica. Aí coa o fundo e cozinha a abóborá nele. Eu queria ter tirado várias fotos de várias etapas de todos os pratos, mas era muito trabalho, não deu tempo. Depois de cozidas, adicionar às abóboras temperos e um pouco de suco de laranja.

Fundo ao fundo e as duas panelas de mandioquinha da Ju.


Eu descasquei uma abóbora inteira e depois piquei em cubos …

 

O cardápio era os seguinte (as fotos dos pratos são do chef Daniel):

Entrada: Sopa Creme de Abóbora com Quenelles de Ricota, Azeite Trufado e Pistache (a foto está com problemas)

Primeiro Prato: Camarões ao urucum com purê de mandioquinha e leite de coco, camarões empanados com bisque

Segundo prato: Carré de cordeiro recheado com figos secos, legumes à provençal e bolinhos de berinjela

Sobremesa: foram as chefs de confeitaria que prepararam. Não sei os nomes, tinha uma salada de frutas aromatizada, um tipo eclair/rosquinha com recheio que parecia de amarula e um mosse de chocolate com um praliné em cima.

Teve também os pães que o chef Shimura fez para o couvert e vários bombons que acompanharam o café.

Claro que o serviço atrasou, começou quase duas horas. Metade da equipe ficou na cozinha embaixo finalizando e outra metade ficou em cima aquecendo. Aí sempre antes de servir algum prato eu ligava pro pessoal de cima aquecer e descer com as preparações pra gente finalizar e montar os pratos.

Eu adorei! Valeu galera! Me diverti muito e nem vi o tempo passar. Claro que era um evento para 14 pessoas então nem foi pesado considerando que éramos sete alunos mais o chef. Foi bem tranquilo. Agora tenho que fazer relatório para contar as atividades complementares da faculdade.

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Junho 25, 2008

Robataria

Mas voltando ao sábado depois da exposição, fui encontrar Vitória, Maria, Maya, Henri, Ken, André e Mikinha na Robataria (Rua Dom Antônio Galvão, 280 – Vila Gumercindo – Esquina da Luis Góes com a Ricardo Jafet). Na verdade eles chamam de yakitori. Bom, faz sentido porque o forte da casa são os espetinhos grelhados vários tipo e os preços variam entre R$2,70 e R$3,80, dependendo do sabor. Tem tradicionais de frango, picanha, coração e os de legumes, cogumelos, legumes e cogumelos envolvidos com bacon, batata etc. Eles são servidos com molho teriyaki (a base de shoyu, saquê e açúcar).

Além disso a casa serve diversos petiscos, entre eles ceviche (de salmão, já comi melhores, não é o forte), ostras frescas, tepans e mexilhões no vapor. São diversos os suhis também: hossomaki, uramaki, temaki, além de sashimi e combinados. Geralmente só comemos temakis, não vamos lá pelo sushi.

O que sempre pedimos, que é bem japonês, são os onigiris, bolinhos de arroz, moldados a mão (existem umas forminhas também) que podem ou não ser recheados e acompanhar algas. No caso do bar, os onigiris são recheado de salmão, porco, okaka, umê ou simples, e todos são acompanhados por um pedaço de alga (R$2,30). São muito bons para acompanhar, mas com meu gen “J” adoro mesmo puro!!!

Serve saquê (nunca sei como escrever, e olha que já escrevi um trabalho sobre isso – no Houaiss tem saqué e saquê, mas eu acostumei com saké, enfim) nacional e Ozeki, assim como as respectivas saquerinhas(de R$11,00 a R$14,00). Tem cerveja de garrafa (R$ 5,50) e cachaças.

O lugar é bem informal, mesinhas de madeira, salão interno e varanda. É pequeno também, devem sentar umas 40 pessoas. Eu diria que, numa avaliação visual, 80% dos frequentadores são nikkeis de diversas gerações. Deve ser pela comida tradicional e pela proximidade com a Vila Mariana. O serviço é razoável, na verdade, inconstante e os preços são justos. Dois probleminhas: só aceitam um cartão de débito (visa electron) e não tem estacionamento próximo. Dá pra parar na rua ou no posto que fica na frente.

Nós sempre vamos lá, pra comer e tomar cerveja sem muita frescura no fim de tarde. Se é isso que você procura, tá recomendado!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Junho 18, 2008

Sex and The City

Depois de comer (vou falar do restaurante a seguir, porque os pedidos pra falar do filme são mais insistentes) fomos para o Santa Cruz pegar a sessão da meia-noite de Sex and The City (Sex and The City, 2008). Não estava esperando muito, na verdade eu acompanhei a série mas não era super fanática, nem vi temporadas inteiras, acompanhava por cima, mas assisti o último cápitulo e sempre torci para elas serem felizes para sempre.

O filme é assim: passaram-se alguns anos, Carrie (Sarah Jessica Parker) está com Mr. Big (Chris Noth), agora chamado de John, e eles são muito felizes, Charlotte (Kristin Davis) continua casada e sua filhinha chinesa Lily cresceu, Miranda (Cyntia Nixon) mora no Brooklin com Steve (David Eigenberg) e seu filho Brady que também está crescidinho e Samantha (Kim Cattrall) mudou para Los Angeles com Smith (Jason Lewis) e tornou-se sua agente.

Claro que a evolução dos relacionamentos leva a alguns conflitos. Não vou dar detalhes mas basicamente há um casamento, uma gravidez, uma traição, uma viagem, muitas lágrimas, uma situação embaraçosa, algum sexo, alguns desentendimentos, alguns rompimentos. O centro da história são os conflitos de Carrie mas as outras também tem algum destaque.

Gostei muito dos desfechos, mostra muito como as coisas são, que nada é perfeito e não tem conto de fadas. Final feliz depende de esforço mútuo.Algumas coisas não se explicam racionalmente, só se sentem. No fim das contas tem que se ser fiel a si mesmo, a suas vontades, mas sem passar por cima dos outros. As pessoas são felizes de formas diferentes. Dá pra resolver as coisas conversando. O tempo realmente cura algumas mágoas.

Eu posso não me identificar ainda com a maioria dos conflitos do filme, mas a questão da amizade das meninas faz muito sentido pra mim. Dizem que não existe amizade verdadeira entre mulheres. Eu sempre discordo. Não é uma regra ou uma constante. Existe de tudo. Você tem que ter a sorte de encontrar pessoas especiais. As amizades são um pouco como os casamentos. Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando e respeitando blá blá blá … mas é assim. No filme, os momentos bons e ruins, as compras, as festas, as crises, as alegrias, o tempo, tudo é compartilhado, vivido e sentido junto. Até conflito entre amigas ocorre. Não é perfeito. Eu tenho amigas assim, e valorizo demais. Les quiero mucho a todas!

Ai, estou desviando do assunto! Enfim, amei o filme! Superou expectativas. Ah, faltou falar das roupas. Os figurinos são muito bons! E a sessão de fotos que Carrie faz é muito linda. Eu gostei da trilha também, vou dar uma pesquisada. E faltou destacar também a assitente que Carrie contrata para ajudá-la a organizar a vida: Louise de Saint Louis (ótima Jennifer Hudson).

Vale muito a pena, é filme de mulherzinha, mas madura e independente! Super recomendado!

Pronto, Nini, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Junho 15, 2008

Shunkun

Aí ontem, sábado, eu fui prestigiar a abertura da Primeira Exposição Comemorativa da Escola Shunkun Artes e Cursos. A exposição foi montada em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa e ao 7º ano de existência da escola. Porque eu fui? Meu irmãozinho querido – formado em Desenho Industrial – freqüenta a escola há algum tempo e dois de seus quadros seriam expostos. 

A escola é dos professores Kaoru e Tereza Ito. A professora Tereza foi minha professora de japonês no colégio Kosmos ( o qual freqüentei dos dois aos dez anos) e eu pretendo retomar as aulas com ela em breve. O Sr. Ito é o professor do Vitor. Ele é japonês e ensina técnica de pinturas e desenhos japoneses. Ele é bastante reconhecido, já teve trabalhos premiados e faz desenho comercial também de logo a peças de automóvel. O trabalho dele é muito lindo! Na abertura ele ressaltou a importância e a pressa de passar suas técnicas e conhecimentos para os mais jovens e demonstrou seu entusiasmo em disseminar a arte.

Um dos quadros do Sr. Ito

Meu irmão, bom, ele não estava, viajou nesse fim de semana  – mas prometeu ajudar na exposição semana que vem. Eu e meus pais fomos representá-lo. A abertura foi pequena mas bem prestigiada. Os próprios alunos ajudaram a servir bebidas e comidas (sushi, guiosa e salgadinhos) e todos estavam muito felizes.

 

 

 Vou colocar os quadros do Vitor bem pequenos aqui para proteger a arte do artista. Esses são os expostos.

 

A exposição está na própria escola. O espaço é pequeno mas está muito bonito. A exposição acontecerá de 15 a 29 de junho das 10h às 17h na Rua Mourato Coelho, 520 – Pinheiros (entre a Teodoro Sampaio e a Cardeal Arcoverde). Vale a pena conferir. É grátis!!!

 Desejo toda sorte aos professores Ito e Tereza e seus alunos!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Junho 13, 2008

I’m Back!

Nini! Vortei!!!

Quero agradecer do fundo do meu coração aos meninos informáticos aqui do hospital! Principalmente André por ouvir minhas súplicas (e atendê-las) e Renato por desbloquear aqui!!! Wiiiiiiiiiii!

Óbvio que perdi a oportunidade de escrever várias coisas, mas tudo bem, a gente retoma daqui … Tudo porque a rotininha trabalho e estudo drena minhas energias e no fim-de-semana não sobra nem um pouquinho para escrever … agora posso voltar a fazê-lo aqui do trabalho (sem, claro, atrapalhar a produtividade – sou toda responsabilidade!!). Preciso ainda descobrir como melhorar meus posts com links e tal … ainda sou muito pré-mirim!

Claro que vi muito filmes, fui para vários lugares e viajei … mas não vai dar pra postar tudo aqui … talvez a viagem pra Buzios e o super albergue da Clarisse mereça um post. Foram algumas idas ao Rio, teve o show do Zezé no rodeio de Jaguariúna (com direito a pulo de cerca e reencontros com Bruno e Pedro do colégio), teve a festa de 11 anos da Urbana (vou ver se coloco umas fotos aqui), teve a despedida de solteira da Ju (fotos censuradas!), teve o casamento da Ju (muitas fotos! festa linda, noiva mais ainda!), teve a visita dos nossos gringos queridos Daniel e James com ida ao Traço de União , festinha na casa nova, chopp no Genial, espetinho no assim assado e outros programas turísticos, teve várias noites de dvd com as japinhas com risotto, vinho e cookies, duas visitas da Rívia, teve o niver do Fê Mineiro Lobo naquele lugar que só abre de quinta e eu não lembro o nome, fomos assistir West Side Story (meio esquisito!), teve a reabertura do O’Malleys (que eu ainda não fui), teve a virada cultural com passadinha na Starbucks, teve a viagem pra Bragança com uma chegadinha em Socorro, teve o show no Villa Lobos com Macy Gray e Herbie Hancock com queijo, vinho e chuva, teve o niver da minha vó – 83 anos – com super feijoada em Cajuru - tudo isso não necessariamente nesta ordem.

As aulas continuam, vários módulos: padaria, enologia, harmonização, eventos, etiqueta, café-da-manhã, cozinha ibérica e agora confeitaria – último do semestre!!! Já cansei de todo o açúcar!

Foram três entrevistas de emprego (ou quase!). Com Fernando Andrade, diretor de cinema (de quem já sou fã), para uma vaga como trainee de produção executiva, com Georges e Juan do Azucar, pessoas super interessantes e divertidas, e no Noah Gastronomia.

No mais, continuo aqui, trabalhando, aguardando julho pra ter umas folguinhas de noite (e talvez dança de salão com Calixto, mas ainda não acreditei muito nessa história) e agosto pra viajar pra San Francisco (uhúúúúú!!).

Acho que é isso. Segunda estou de volta!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Maio 11, 2008

Catching up!

Tô em dívida por aqui … a Ninininha que é a única que lê so far me cobra, mas acontece que o meninos da informática bloquearam o site lá no trabalho e eu não tenho tempo pra entrar daqui de casa. Vou ver o que faço pra ajustar a situação.

Enquanto isso, as coisas estão bem indefinidas. Posso dizer que na facul a aula que mais gostei foi enologia, e não por causa do alcool, mas por toda a complexidade que os vinhos podem apresentar. Aliás, descobri que meu nariz precisa de muito treinamento.

Agora estamos no módulo de café-da-manhã, muitas guloiseimas! mmmm…

Acho que é isso.

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Don Mariano

No sábado outra comemoração pelo Henri. E dessa vez ele escolheu o local.

Don Mariano (R. João Cachoeira, 178 – Itaim Bibi – só virar a direita na Av 9 de julho sentido centro, bem no começo) é um restaurante de comida espanhola que tem alguns pratos peruanos e era isso que Henri procurava.

Chegamos quando eles já tinha jantados. Eles adoraram o ceviche de ostras com palmito(R$18,00), nem vi a cor. Provei um pouco de cada prato que ainda estava disponível.

O Namorado a lo Macho (filé de namorado ao molho de cebola e pimenta peruana com arroz e batata sauté ;R$ 25,10) estava um pouco seco, mas o molho estava muito bom. O Lomo saltado feito a pedido do Xaves com pimenta peruana (filé mignon com batatas fritas, cebola, tomate flambado no conhaque e arros; R$ 20,60) estava bem saboroso. E o arroz com polvo foi o meu favorito, delicioso! Fiquei com vontade de provar a paella que tava com a cara ótima.

A chef, que se não me engano é peruana, vem até a mesa perguntar como está tudo. Ela e o marido são extremamente simpáticos e anteciosos. O serviço é muito bom. O local é pequeno e aconchegante. O preço bem acessível.

Eles tem também um Happy Hour que os meninos ficaram de participar.

Maria Clara pediu de sobremesa churros com calda de chocolate (R$ 7,10), ela adorou!

Antes de irmos, os meninos resolveram provar o Pisco Sour, feito a base de aguardente de uva e clara de ovos. Estava muito bom, mas é forte, né?!

Além disso, depois que pagamos a conta, ainda vieram 3 cervejas de saidera. Valeu demais!

Quero voltar um dia para jantar mesmo! Recomendo!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Häagen-Dazs Apple Crumble

Tava no supermercado, meio triste … fazia tempo que não tomava sorvete, pensei logo num Häagen-Dazs. Fui ver os sabores e tinha um novo que me chamou a atenção: Apple Crumble. Como tava em promoção (o que não o deixa barato mesmo assim) levei.

Não sabia que se tratava de um lançamento do último verão. Teve evento na Daslu e tudo mais.

Escolhi esse porque adoro crumbles. Até comprei um livro só deles. Adoro coisas crocantes!! Hmmmm … Do sorvete não gostei. Ainda prefiro o de macadâmia ou o de strawberry cheese cake.

O sabor é bem fiel a maçã com caramelo, mas a textura é muito estranha. Como tem pedaços de biscoito, não sei porque, dá uma sensação que se está comendo sorvete com areia. E olha que eu adoro farofa doce no sorvete, mas a sensação é bem diferente. Prefiro Apple Crumble de verdade, depois posto uma receitinha!

Fica pra próxima! Eles ainda tem vários outros sabores que compensam!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Jabuti

08/02/2008

Acabou o carnaval, mas as férias continuavam. Na sexta-feira, fomos convidados para comemorar o mudança do Henri ao Rio de Janeiro e acertar as contas do carnaval.

O local escolhido: Jabuti ( Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1315 - Vila Mariana – esquina com Joaquim Távora ). O local é super descontraído, bem tranquilo, mas costuma ficar cheio. É um dos mais tradicionais da Vila Mariana e existe desde 1966.

Além do chopp gelado e da variedade de cachaças, o cardápio lembra bares no litoral. A especilidade: petiscos de frutos do mar. A lula a dorê é bem saborosa e a casquinha de siri é grande (para os capixabas não se compara com a deles). Outras porções como manjuba e trilha frita estão disponíveis.

O serviço é muito simpático apesar de não ser tão constante. Local para ficar bem a vontade e sem preocupações. Sempre uma boa opção para o reunir grandes grupos.

Gostei, devo voltar porque é fica perto das pessoas e lá não tem frescura. Vale a pena conferir.

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Café Lamas

05/02/2008

Mais um dia de carnaval. Mais um dia perseguindo blocos nas ruas, dessa vez ficamos em Laranjeiras mesmo. Até a ultima parada que foi em frente ao Devassa do Flamengo. Lá tinha um esquema muito bom, você comprava um chopp e ganhava uma pulseira pra ir ao banheiro.Claro que compramos.

Uma coisa negativa do carnaval de rua é que as pessoas fazem xixi por aí e a rua fica super fedida.

Bom, depois que a banda passou cantando coisas de amor, estávamos todos famintos. A gente tinha combinado de ir no KFC porque não tem mais em São Paulo, mas depois de muita discussão, perdemos.

Concordo que àquela altura deveríamos buscar uma alimentação mais nutritiva, então o local escolhido foi o Café Lamas (Rua Marques de Abrantes, 18 - Flamengo). O restaurante é super tradicional e foi aberto em 1874. Ficava originalmente no Largo do Machado, mas as obras do metrô forçaram uma mudança em 1976. Frequentado por políticos e personalidades brasileiras e estrangeiras o local que inicialmente era um bar, hoje abriga um café na entrada e um restaurante no fundo.

Pegamos uma esperinha, afinal éramos 12 (o dobro de 6), mas não demorou muito. O restaurante é aquele típico familiar. Decoração simple, cardápio extenso, muito arroz e batata. Aliás tem batata de todo jeito: frita, portuguesa (chips), purê, saute etc. Os pratos são muito bem servidos e dá pra pelo menos dois. Peixe e filé mignon são as especialidades da casa. No total, incluindo bebida, saiu 30 reais por pessoa.

Comida de primeira, recomendo!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Carioca da Gema

04/02/2008

Depois de passar um dia nos blocos de Ipanema e assistir a primeira noite de desfile no sambódromo (aliás achamos o som muito baixo dessa vez, tudo bem que estávamos na arquibancada da dispersão, mas tava bem ruim) na noite seguinte fomos curtir a Lapa.

A idéia inicial era ir no bar Lapa 40º, acho que é novo, mas chegamos meio tarde, já passava das onze, então estava com uma fila muito grande mesmo, decidimos ir para o Carioca da Gema (Mem de Sá, 79  – Lapa).

Chegando lá a fila era bem pequena, mas logo aumentou muito. Demos sorte. Acho que foram 20 reais para entrar. A casa é muito boa e estava bem cheia.

Vou resumir preços justos, música excelente (samba na noite que fomos), ar condicionado que funciona bem. Apesar de cheio estava tranquilo circular. No andar de cima tem algumas mesinhas e é mais tranquilo. O pessoal pediu um arrumadinho que segundo opiniões estava muito bom, só demorou demais para chegar.

( Preciso melhorar as informações, os posts estão muito incompletos! )

Adorei o lugar! Recomendo e quero voltar!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Garota do Flamengo

02/02/2008 

Ainda bem que eu ainda estava de férias. Dois dias em São Paulo, compras na Tok Stok, carro muito quebrado, já era Carnaval!!!

Destino: Rio de Janeiro! Saímos sábado as duas. Chuva na estrada, seis horas depois estávamos no bairro de Laranjeiras onde encontramos em sua casa Clarisse, prima do Marcos e da Vitória, e Keith, seu respectivo canadense. Ela é uma fofa, ele, uma figura. Como sempre tia Clara e tio Cláudio disponibilizaram o ap para a sobrinhada (e a agregada aqui – muito mais do que agradecida como sempre!!!).

Para entrar no clima de carnaval aos poucos fomos só a um barzinho lá perto. Garota do Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 41 – Flamengo). Bem boteco carioca. Preço acessível.

As bebidas - chopp, caipirinha e suco – estavam muito boas. O serviço também era bom, mas pedimos dois petiscos que deixaram muito a desejar. A porção de lula a dorê estava com a massa muito massuda e a lula apesar de ser grande estava com uma textura muito estranha provavelmente por problemas no congelamento. O bolinho de bacalhau também não estava bom. Muito gorduroso. Só o molho tartáro que acompanhava estava bom, apesar de meio ácido demais.

Valeu pelo chopp porque a sede estava grande e o calor maior ainda. Não voltaria.

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Niver da Ciça

Depois do almoço eu e Minnie passamos no Porto Vanila para comprar bolo e docinhos para o niver da Ciça.

Fomos então para o outro lado, 18 de julio, encontrar com as meninas. Demos umas voltas e paramos no super Tata para abastecer para a festinha. Até balões foram comprados.

Voltamos e ficamos esperando dar oito horas – Happy Hour. Falei pro Pablo que era niver da Ciça e ele ofereceu dois tragos grátis pra ela. Ficamos lá, todos, com vários gringos e os novos amigos uruguayos festejando!

As meninas também conheceram uns brasileiros, mas eu não lembro dessa parte direito. Foram 3 juanitos nessa noite! Record!!!

Acho que foi uma das noites mais divertidas! Era a última noite … As meninas iriam pegar o vôo às seis da manhã e nós três às duas da tarde para voltar ao Brasil. Ficamos comemorando até a hora da partida delas. Nos despedimos :( ….

Na manhã seguinte, foi a nossa vez. Aeroporto de Carrasco – Aeroporto de Cumbica!

Muitas lembranças, muitas saudades!

Pronto, acabou! (que lástima!) 

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

El Palenque

Chegamos em Montevideo de volta umas duas da tarde. Direto pro hostel. Sim de volta ao Che Lagarto. Estavamos em oito dessa vez: nós três, Ciça, Laura, Juliana, Mayra e Adrien. Ficamos todos no mesmo quarto, dá pra imaginar, né?!

As meninas queriam conhecer a cidade, então seguimos pela Ciudad Vieja, até o Mercado del Puerto, onde almoçamos no El Palenque. Parece que é bem famoso e quem no indicou foi o taxista.

Comemos muito bem para comemorar com a Ciça. Bom, nós três não porque depois do café da manhã não dava muito, mas eles comeram até camarão. Tudo muito saboroso!

Ainda de cortesia, trouxeram uma velinha sobre uma porção de doce de leite para cantarmos para Ciça.

O serviço foi demais. O garçom era a simpatia em pessoa. Aliás um comentário: em Montevideo, no geral, o serviço é muito mais atencioso e simpático do que em Punta del Este. Recomendo muito!

Pronto, acabou!

Publicado por: anatoshimi | Fevereiro 20, 2008

Conrad

29/01/2008

Esse dia sim era o niver da Ciça. Ela dormia depois de voltar da balada e eu Vitolindia y Nininiña fomos cedo para o centro tomar café-da-manhã no Hotel e Casino Conrad (quem nunca viu no Amauri Jr???). Localiza-se na Avenida Barritz com Artigas, na parada 4.


Fonte: Site Conrad Hotels

Eu achei feio, mas isso pode ser inveja porque eu não posso me hospedar lá. Mas hotel cinco estrelas é outra coisa né?! Primeiro demos uma passadinha no Casino, vazio. Também, era de manhã. Só tinha uma tiazinha no caça-níquel e uma mesa que era de poker ou black jack. Muito sem graça sem aquele monte de gente jogando dinheiro fora. Além disso achei tão pequetitito. Não jogamos nada …

Depois fomos pro restaurante. Bem hotel. Tem uns janelões com vista para a praia, sentamos em um desses. Buffet com frutas, frios, cereais, vários tipos de pão, ovos, linguiça, french toast, batata, iogurtes, leite, chás, sucos etc etc.

Na mesa tinha miniaturas de geléia e do doce de leite Lapataia. Levamos um para casa! Esse doce é bem famoso e as meninas adoraram. Eu não gostei tanto assim, parece leite condensado pouco cozido. Mas é bem bom. Vende no free shopping na volta e o preço é parecido com o da cidade. Em Montevideo não achamos, mas em Punta tem em todos os supermercados.

O desayuno saiu por 15 dólares por pessoa mas a “propina” para o garçom que era muito atencioso e simpático. Eu não esperaria coisa diferente dada a situação.

Depois disso ficamos esperando as meninas passarem com a van para voltarmos a Montevideo. Foi uma boa opção porque por 25 dólares o motorista “Gustavinho” nos buscou no hotel e nos deixou na porta do albergue em Montevideo. Sem contar que ouvimos música brasileira o caminho todo e ele é uma figura e fala português. Na chegada ainda fez um mini city tour em Montevideo. Nos 25 dólares estava inclusa a gorjeta dele, claro. 

Talvez para quem tenha muita restrição orçamentária, não seja tão boa opção mas é mais rápido e confortável. Claro que sairia mais barato ir de ônibus até a rodoviária, de ônibus até montevideo e de ônibus até o albergue, mas levaria no mínimo o dobro do tempo. E as meninas queriam aproveitar um tempinho na capital.

Pronto, acabou! 

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